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Cristãos em perplexidade! É muito lamentável constatar que essa efetiva força onipotente tenha passado despercebida, quase em sua totalidade, também pelos que professam o cristianismo. Excetuando-se a Bíblia, até o século XIX praticamente não se tem escrito, pregado ou ensinado a respeito desse poder! E, ao final daquele século, houve, sim, uma ênfase inicial dessa pregação e ensino, o qual foi ao mesmo tempo abafado e sufocado pela liderança religiosa da época, que se lhe opôs ferozmente; e tal realidade perdura até nossos dias! Assim, mesmo entre os cristãos, a porcentagem de sucesso em atingir os ideais bíblicos, tem sido bem baixa, devido ao desconhecimento do ‘COMO’! Tal realidade nos deixa muito entristecidos! Aliás, permita-nos confessar-lhe que nos vimos constrangidos a reunir aqui neste exemplar, essas idéias basilares — bíblicas e, portanto muito antigas e plenamente confiáveis — a respeito do ‘COMO’, devido ao fato de não termos conhecimento da existência de outro livro, escrito nos últimos cem anos, que, de maneira clara, simples e sucinta, o apresentasse e explicasse devidamente. Constatamos também que, nos dois milênios de cristianismo, há pouca literatura a respeito. E, assim, os púlpitos cristãos não têm ensinado o ‘COMO’ tanto quanto poderiam ter feito. Houvesse isso acontecido e o cristianismo já teria sido reconhecido como doutrina infalível em produzir a verdadeira e real felicidade e gozaria de um conceito bem mais elevado do que o da atualidade. Devemos reconhecer que, em 2.000 anos de existência, alguma corrente do cristianismo foi professamente aceita por apenas cerca de 1/3 da humanidade, ainda que por muitos apenas formalmente; a maioria dos outros 2/3 sabem de sua existência, entretanto sentem-se pouco atraídos a ele, justamente porque é indisfarçável o estado de insatisfação e fracasso da absoluta maioria dos que se dizem cristãos quanto a serem um povo feliz, pacífico, alegre, manso, tolerante, respeitoso e amoroso. Basta um não-cristão ler um dos jornais, editado nos países ditos cristãos, para comprovar essa triste realidade. Lembremo-nos que mesmo as duas últimas grandes guerras mundiais foram travadas entre nações que se intitulam cristãs. O insucesso de quase a totalidade de 1/3 da humanidade e a rejeição [ou desconhecimento] por parte dos outros 2/3, eis o preço que viemos pagando por não estarmos praticando o ‘COMO’! Entretanto ainda está em tempo! E bem sabemos que estamos às vésperas de tal feito se tornar realidade, e em nossos dias, quando a impiedade, a ilegalidade e a corrupção estão avançando como nunca antes na história da humanidade! |
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