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Ensino incompleto vem atrasando a volta de Jesus!

Temos, sim, recebido a informação do que fazer para sermos felizes! ‘Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles.’ (Mateus 7.12). Faltou-nos, porém, como comunidade cristã, o poder para e o prazer de colocar em prática essa regra áurea, em todas as circunstâncias. E, por exemplo, quando somos provocados ou injustiçados por alguém, que convive bem próximo da gente —nossos familiares! —eis que facilmente perde-se a calma, a paciência e dá-se vazão à descortesia, a más palavras e a maus tratos. E, assim agindo, nosso coração se enche de insatisfação, tristeza, descontentamento e infelicidade.

As diversas religiões cristãs têm insistido que a maneira de se colocar em prática os ideais cristãos é através da comunhão com Cristo — mediante oração, estudo da Palavra de Deus e testemunho! Tal orientação, muito embora seja em si mesma excelente, lamentavelmente é insuficiente para nos dar a vitória sobre o mal, visto ser incompleta. E, por essa razão, temos colhido insucesso quase que generalizado! E em vão temos nos esforçado para controlar a nossa natureza humana apenas por aqueles meios. Inutilmente vimos empregando todos os nossos melhores esforços ‘tentando nos erguer por puxar nossos próprios cabelos para cima’! E assim estamos atrasando a volta de Jesus!

Há muitas pessoas leais e sinceras, próximas de nós e, igualmente, espalhadas nas mais diversas denominações religiosas —cristãs e não-cristãs —que muito anseiam dominar a si próprias, a não ceder ao mal, a não ‘perder as estribeiras’, a ‘deixar que as idéias lutem entre si, enquanto nós continuamos nos tratando como bons amigos!’ Entretanto vêem-se frustradas, em razão da falta de poder para realizar esses nobres intentos.

 

O legalismo e as errôneas conclusões!

Dá-se o nome de legalismo à tentativa de se obedecer a Deus forçando a natureza humana a fazer o bem, a agir corretamente. Tal prática tem sido a decepcionante experiência dos que se muniram dos bons propósitos e ideais cristãos e têm almejado atingi-los dessa maneira. Mesmo os mais decididos e resolutos não chegam a ultrapassar os resultados, obtidos no estoicismo, ensinado pelos filósofos gregos, simplesmente porque ‘uma má árvore’ —a nossa natureza humana —‘não pode produzir bons frutos.’ (Mateus 7.18).

Falta-lhe poder. E, na desilusão, quase que generalizada, chegou-se à conclusão que seria mesmo impossível obedecer perfeitamente à Lei de Deus! E ainda outros chegaram à conclusão que nem mesmo seria necessário obedecer-Lhe perfeitamente, visto que Jesus obedeceu por nós. Assim iludiram-se na tentativa de transformar o fato de Ele ter sido leal e fiel, numa permissão para sermos desleais e infiéis e ainda esperar Sua aprovação! Uma lástima!

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