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Satanás sabe da existência da lei da malignidade em nós. Por suas tentações, quer que concordemos com ela, para nos acusar perante Deus, e escarnecer de Jesus. O diabo não pode ler os nossos pensamentos ou motivos; mas pode colocar alguma idéia, sugestão ou pensamento mau em nossa mente. Ser tentado não é pecado. Jesus foi tentado e nem por isso pecou.

A tentação visa, apenas, a que o homem concorde em praticar o mal, a que ceda às suas tendências ao mal, e assim ofenda a Deus, peque. O diabo, porém, não pode nos obrigar a concordarmos com ele, a praticarmos o mal! Pode apenas sugerir, convidar, tentar, pressionar, coagir e, às vezes, maltratar; mas não pode nos fazer concordar com ele. Depende de nossa vontade, de nossa concordância, de nossa anuência.

 

O grande conflito universal!

Basicamente, o grande conflito, entre Cristo e Satanás, pode ser resumido assim: enquanto o diabo, agressivamente, insiste afirmando que a maneira de alguém ser feliz é prejudicando o próximo; o nosso Deus nos assegura que seremos tanto mais felizes quanto mais beneficiarmos o nosso semelhante. A intenção de Deus é que o cristão aprenda a ter Cristo em seu coração, como um poder subjugador de toda inclinação ao mal.

O objetivo de Deus é o de nos conduzir à felicidade, à completa vitória sobre as nossas más tendências e tentações. Dá-nos Seu Espírito Santo, que nos convence do pecado e, pelo poder criador e transformador da Palavra de Deus, podemos vencer nossa natural atração ao mal, à infelicidade. Dessa maneira, Deus transforma a ação maligna num bem para os que O amam.

 

Ensinando por contraste e com sinceridade!

Como poderíamos apreciar e escolher o doce, sem compará-lo com o amargo? O valor da pureza cresce, quando a comparamos com a podridão. Como poderíamos apreciar o suave domínio e a doce influência de Cristo, sem compará-los com a dureza e maldade satânicas? Satanás deveria continuar existindo: assim, tanto o homem, como os anjos, poderiam ver o contraste entre o Príncipe da Luz e o príncipe das trevas. Cumpre-nos escolher a quem almejamos servir. Por nada ter a esconder, Deus nos revelou como Lúcifer, o grande amigo de Jesus, transformou-se em Satanás, Seu e nosso adversário.

E nós, como entramos na desoladora situação em que nos encontramos?

 

Oremos juntos: “Querido Pai Celestial, muito obrigado por me revelares Tua maneira paciente, justa e bondosa com que trataste o Teu e nosso inimigo. Em nome de Jesus. Amém.”

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