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5 - Envolvidos no Conflito!

 

Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom ...” (Gênesis 1.31). ‘Muito bom’, isto é, perfeito! Reinava a paz e a presença de Deus causava o maior prazer a Adão e Eva. Porém Satanás não estava nada satisfeito com a felicidade do casal; e, servindo-se da serpente como instrumento, sugeriu a Eva que Deus os estava enganando.

Ela acreditou e ‘Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável ...  tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao marido, e ele comeu.’ (Gênesis 3.6). Duvidaram da palavra de Deus e de Sua integridade. E, contrariaram Sua ordem direta, discordando de Sua expressa vontade. Enfim: ofenderam-nO calamitosamente; pecaram conscientemente, enveredando-se e enveredando sua descendência ao terrível caminho da infelicidade.

Não se tratou de ato sexual ilícito, pervertido ou anormal, pois o próprio Deus os abençoara e lhes dissera: ‘multiplicai-vos’ (Gên. 1.28). Logo, aquele primeiro pecado nada teve a ver com sexo, pois poderia haver multiplicação sem praticá-lo?

 

Colhendo as tristes consequências!

O pecado os separou de Deus. “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus.” (Isaías 59.2). Rompida a relação com Deus, buscaram esconder-se de Sua presença, agora indesejável, conforme se lê em Gênesis 3.

Com o coração partido e cheio de compaixão, Deus assistiu à decisão do casal. Foi-lhe ao encontro e lhe relatou as inevitáveis consequências de seu ato: dores de parto, necessidade de vestir-se, trabalho árduo e cansativo para obter alimento, envelhecimento, e, finalmente, a primeira morte, considerada como o sono da morte pela Bíblia —João 11.11-14; 1ª Tessalonicenses 4.13-15; Isaías 26.19. E também toda a natureza foi afetada: ‘Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou.’ (Rom. 8.20).

 

A herança de pai para filho!

Adão fora criado à perfeita imagem de Deus (Gênesis 1.27), isto é, sua natureza era governada pela lei de fazer o bem, isto é, a lei do amor. Nela existiam exclusivamente as tendências ao bem. Entretanto, após seu pecado, sua natureza passou a ser governada pela lei de fazer o mal, isto é, a lei do egoísmo. Nela passaram a existir apenas as tendências ao mal.

E, ao gerar filhos, obviamente transmitiu-lhe a natureza pecaminosa: “Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua

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