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imagem ...” (Gênesis 5.3). Assim, todos os seus descendentes nasceram e nascem com tendências hereditárias ao mal. “Pois assim como por uma só ofensa [de Adão] veio o juízo sobre todos os homens para condenação ...” (Rom. 5.18). Essa é a herança que recebemos dos pais da raça humana! Sobre todo homem pesa tal condenação: nascer ‘debaixo da lei’ (Gal. 4.4) do mal, sob o domínio das tendências ao mal. Por isso, já ao nascer, a natureza de todo ser humano é governada pela lei do egoísmo — a lei da infelicidade; está voltada, inclinada ao mal. Nascemos com a ‘máquina de pecar’.2 E, por não saberem como lidar com ela: ‘Desviam-se os ímpios desde a sua madre [ventre materno] ...’ (Salmo 58.3). Desde os nossos primeiros instantes de vida, inconscientemente, todos nós cedemos à ‘lei do pecado e da morte’. (Romanos 8.2); bem cedo colocamos em funcionamento a nossa ‘máquina de pecar’. Nascemos com uma natureza que é inimiga de Deus, que aprecia o que é prejudicial, nocivo e pecaminoso; somos gerados com tendências ao mal, porém elas não são ainda pecado! Antes de pecarmos conscientemente, isto é, antes de concordarmos com o mal, não temos culpa alguma. Nem mesmo porque da nossa carne procedem pensamentos e desejos maus. Sim, nascemos com tendências ao mal, sob o governo da lei do egoísmo, sujeitos ao mal, sob o domínio da lei ‘do pecado e da morte’ (Rom. 8.2), sujeitos a essa lei; mas isso não se constitui numa ofensa a Deus. Pecado é ceder a elas. E só passa a haver culpa, se for cometido conscientemente!
A lei do egoísmo! Como — pela lei da gravidade — a matéria é atraída à Terra, assim também o homem é atraído ao mal pela lei do egoísmo — a ‘lei do pecado e da morte’. (Rom. 8.2). Como o ferro é atraído pelo imã, nós somos atraídos pelo mal e, por nós mesmos, somos completamente impotentes, e inteiramente incapazes de vencer tal atração. No homem natural não existe poder algum capaz de resistir às tendências ao mal, com as quais nascemos. Nascemos condenados a ser governados por elas! ‘Porque derivou de uma só ofensa [a de Adão!] para condenação ...’ (Rom. 5.16) de nascerem sob o domínio da ‘lei do mal’. Entretanto, por não termos sido responsáveis por aquilo que Adão fez, o Senhor não nos considera culpados por elas, de maneira nenhuma. É apenas quando, conscientemente, concordamos com aquelas más tendências é que ofendemos a Deus, pecamos contra Ele, o nosso querido e amado
2 O termo ‘máquina de pecar’ é uma ilustração, referindo-se à nossa natureza humana tendente ao mal, caída, pecaminosa, conforme Rom. 8.3-4. |
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