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Todas essas perguntas devem receber dos cristãos, como resposta, unicamente um sonoro NÃO!

 

 + Tornamo-nos culpados quando, conscientemente, escolhemos fazer algo contra a vontade de Deus, a exemplo de Adão?

 

Sim! É aqui, e exclusivamente aqui, onde se origina e onde reside a nossa culpa. É apenas aqui onde ofendemos a Deus; apenas quando, conscientemente, preferimos os métodos de  Seu inimigo é que pecamos.

Frisemos este fato: Ser tentado não é pecado! Jesus foi tentado e nem por isso ofendeu a Deus. Como Martinho Lutero ensinou: ‘Não podemos evitar que os passarinhos voem por cima das nossas cabeças; mas podemos evitar que façam um ninho em nosso cabelo.’

 

Livre-arbítrio

Deus pagou um altíssimo preço a vida de Seu único Filho na cruz por ter concedido a Seus filhos o livre-arbítrio, a liberdade de escolha. Pecado não se origina no que o homem é, mas, sim, naquilo que escolhe. Ocorre tão somente, quando consentimos com algo mau, mas que julgamos desejável, ofendendo a Deus, rompendo, dessa maneira, a nossa relação de respeito, de temor e de amizade com Ele.

“Pecado é transgressão da Lei.” (1ª João 3.4). Não é a separação de Deus. Pecado é o que causa a separação: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus ...” (Isaías 59.2). Transgressão, ou pecado é produto de uma mente inteligente, que rende sua vontade ao serviço de Satanás. Ofendemos a Deus quando, conscientemente, discordamos de Sua expressa vontade. Somente criaturas, com raciocínio, e capacidade de escolha, podem, conscientemente, desobedecer, rebelar-se, transgredir cometer pecado que gere culpa.

O grande conflito entre Deus e Satanás é pela lealdade de mentes pensantes. Mediante nossa vontade nosso poder de escolha —decidimos a quem servir: se a Deus ou se a Satanás. Ao escolhermos aquilo que o diabo aprecia, rendemos nossa vontade a ele e assim, depreciamos e ofendemos ao Senhor, por preferirmos o método satânico antes que o divino.

Pecado é a escolha humana de colocar sua máquina de pecar sua natureza humana em funcionamento, contra a expressa vontade de Deus. Pecamos também quando escolhemos não praticar uma boa ação conhecida. “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” (Tiago 4.17).

Pecamos quando, com a nossa vontade, acariciamos o desejo de pecar, ou

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