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quando escolhemos permitir que nossos desejos, apetites, tendências, paixões e propensões pervertidos, oriundos de nossa natureza humana caída —a carne com tendências ao mal —se expressem em nossa vida. É um fato que nascemos com tendências egoístas, egocêntricas, negativas —que herdamos de Adão —as quais nos impelem, incessantemente, a praticar o mal, mas são elas pecado? Não! Somos culpados por elas? Não! Somos culpados apenas a partir do momento em que, conscientemente, consentimos com elas.
Luta por mentes pensantes! Deus não foi o autor do mal. Previu-o porém, e fez provisão para ele, desde os dias da eternidade. Jesus sofreu e angustiou-Se pelos seres caídos, antes mesmo de os criar. Mas, então, sabendo que Lúcifer, um terço dos anjos e a humanidade iriam pecar, por que criá-los? Bem, nenhum ser humano sabe explicar como se originou o mal. Como, num ambiente de puro amor altruísta, surgiu o egoísmo? Nenhum de nós tem a resposta! Deus não o revelou; possivelmente porque não temos capacidade para entender. Sabemos, entretanto, que a luta passou a travar-se, não propriamente num campo físico, mas nas mentes dos seres pensantes. É verdade que ‘houve guerra no céu’ (Apoc. 12.7), mas o local, onde se travou a batalha, foi primordialmente nas mentes dos seres pensantes. Satanás e seus anjos ‘foram lançados na terra’ (Apoc. 12.9); mas a grande luta continua, desde então, até hoje, principalmente nas mentes dos seres racionais, caídos e mesmo na mente daqueles anjos e demais entes racionais do céu. Quais são os métodos usados? O do inimigo é, inescrupulosamente, mentir, insinuar, seduzir, coagir, agredir e, depois de cada pecado, nos levar ao desespero e a escarnecer de Jesus. Já o método divino é o de respeito às nossas decisões conscientes. Por que? Porque ‘o livre-arbítrio é um templo sagrado que Deus jamais violará’. Assim Ele, respeitosamente, acata as nossas decisões. Dizemos que Deus pode fazer tudo; mas violar o livre-arbítrio humano é algo que Ele não pode fazer. Porque contraria Sua natureza, Seus intentos e desejos de vir a ter um universo onde haja respeito, paz, harmonia e espontânea obediência por amor. E o verdadeiro amor nasce e se desenvolve apenas onde não há coação, imposição arbitrária. Temos, assim, que a grande disputa, entre Cristo e Satanás, não é uma guerra de armas bélicas físicas, mas uma luta pelo domínio das nossas mentes, dos nossos cérebros, por nossas decisões conscientes, que tomamos a |
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