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+ 3.3) Jesus morreu na cruz: logo, todos os seres humanos foram, corporativamente, crucificados ‘com Ele’ e morreram ‘nEle’. “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim: se Um morreu por todos, logo todos morreram.” (2ª Cor. 5.14). “Fiel é a palavra: se já morremos com Ele, também viveremos com Ele.” (2ª Tim. 2.11). Jesus, sendo inocente, não precisava passar pela 2ª morte, mas a humanidade toda, que estava ‘nEle’, cometera pecados e devia sofrer aquela penalidade. Jesus, sendo nós, pôde também morrer por nós! Quando Ele morreu na cruz, não foi um homem morrendo em vez de todos os outros homens; mas, sim, TODA A HUMANIDADE morrendo ‘nEle’.
‘Nele’ toda a humanidade foi julgada, executada e morreu na cruz. “Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. E Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim mesmo. Isto dizia, significando de que gênero de morte estava para morrer.” (João 12.31-33). Todos nós — ‘este mundo’ — estivemos ‘nEle’ na cruz e fomos julgados e executados, pagando o preço da 2ª morte. A morte sacrifical de Cristo foi corporativa. E, assim, Ele mudou o status, a condição da humanidade: de condenada para a de legalmente justificada. “Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.” (1ª João 2.2). É fato que as Escrituras ensinam que Cristo morreu por nós, como nosso Substituto; entretanto, devemos compreender que a razão, de Ele poder fazê-lo, foi porque todos os homens, toda a humanidade, estavam implicados ‘nEle’.
Jesus, por ser nós, morreu por nós! Por ter assumido coletivamente todos os seres humanos, desde Adão até o último que nascer, toda a humanidade morreu na cruz ‘nEle’.
Cristo na cruz, não foi simplesmente um Homem morrendo no lugar de todos; porque teria sido ilegal e anti-bíblico. O errôneo entendimento da doutrina de Jesus, como nosso Substituto, tem provocado a rejeição do evangelho. Uma mente, perspicaz e esclarecida, considerará inconcebível que uma pessoa inocente sofra as consequências dos crimes de outra. Tanto perante as leis humanas, como na Bíblia, é um fato inadmissível, um absurdo. Por Jesus ser todos nós, legalmente morreu por nós. Assim, todos morreram ‘em Um único Homem’. O que não significa que fomos nós quem pagou o preço da 2ª morte. Ele pagou aquele preço e, portanto, nenhum |
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