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merecimento é devido ao ser humano, pois nós nada fizemos para estar legalmente ‘nEle’. Por Sua vida perfeita, como Homem, conquistou o direito à vida eterna. E assim pôde legítima e voluntariamente sofrer a 2ª morte por nós, e ainda conservar o direito de ressuscitar. Sendo a HUMANIDADE toda, pôde pagar a conta por ela e, ainda reter aquele direito, pois ‘não era possível fosse Ele retido’ pela morte, conforme Atos 2.24. O fato de Jesus, sendo nós, sofrer a 2ª morte por todos nós, concedendo-nos o privilégio da vida eterna, é uma realidade que nos constrange a servi-Lo por amor. 2ª Cor. 5.14-16. “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros.” (João 13.34). E Ele nos amou mais do que a Si mesmo, pois Seu ‘amor é forte como a morte’. (Cantares 8.6). Os salvos nunca terão que experimentar a 2ª morte, que Cristo provou em favor de toda a humanidade; mas todos nós estávamos implicados naquela morte, assim como Levi estava implicado ‘em Abraão’, quando esse pagou o dízimo a Melquisedec.
+ 3.4) Deus nos ressuscitou, corporativamente, a todos nós ‘em um único Homem’ — ‘em Cristo’. ‘E juntamente com Ele nos ressuscitou.’ (Efésios 2.6). “Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto ...” (Col. 3.1). Quando Jesus ressuscitou, a raça humana ressuscitou ‘nEle’, glorificada, isto é, com uma natureza sem tendências ao mal! Quando Ele passou da morte para a vida, nós triunfamos ‘nEle’, para vivermos ‘em novidade de vida’ (Rom. 6.4), isto é, em contínua vitória sobre a morte espiritual, o pecado, o ego. Em Romanos 6.1-22, Paulo explica, mais detalhadamente, o significado de participar da ressurreição de Cristo: ‘o pecado não terá mais domínio sobre vós’. (Rom. 6.14). Passamos da morte espiritual à vida! Como fazer para consegui-lo? Amigo, os próximos capítulos tratarão, precisa e detalhadamente, do ‘COMO?’!
+ 3.5) Deus ‘nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.’ (Ef. 2.6). Todo ser humano esteve ‘nEle’, também quando Ele subiu ao Céu, passando a exercer Seu ministério no Santuário Celestial. “Ora, do que estamos dizendo, o ponto principal é este: Temos um Sumo Sacerdote tal, que Se assentou nos céus à direita do trono da Majestade, Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem.” (Heb. 8.1-2). |
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