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dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos.” (Núm. 13.27-33).
A incredulidade no poder da Palavra! A incredulidade, quanto à real possibilidade do Senhor dar-lhes a posse da ‘terra prometida’ espalhou-se e tomou conta de todos: “Então toda a congregação levantou a voz e gritou; e o povo chorou naquela noite. E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e Arão; e toda a congregação lhes disse: Antes tivéssemos morrido na terra do Egito, ou tivéssemos morrido neste deserto! “Por que nos traz o Senhor a esta terra para cairmos à espada? Nossas mulheres e nossos pequeninos serão por presa. Não nos seria melhor voltarmos para o Egito? ... “E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes; e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra, pela qual passamos para a espiar, é terra muitíssimo boa. “Se o Senhor se agradar de nós, então nos introduzirá nesta terra e no-la dará; terra que mana leite e mel. Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor, e não temais o povo desta terra, porquanto como pão os podemos devorar. Retirou-se deles a sua defesa, e o Senhor está conosco; não os temais. Mas toda a congregação disse que fossem apedrejados.” (Núm. 14.1-10). A incredulidade no poder de Deus suscitou a revolta e nada houve que os removesse de sua atitude e posição. Duvidaram do poder e da capacidade do Senhor em vencer por eles! Dos que duvidaram nenhum deles entrou em Canaã! Não creram na Palavra do Criador! Assim o povo de Deus não pôde entrar logo no ‘descanso’ da ‘terra prometida’ por temor dos gigantes! E tomaram o caminho do deserto, permanecendo nele durante quarenta longos anos.
Paralelismo! O grande gigante a ser vencido hoje! Uma incredulidade semelhante à daqueles israelitas está ainda HOJE impedindo Seu povo —a Igreja moderna, o ‘Israel espiritual’ —de entrar e tomar posse da ‘Canaã celestial’. O grande gigante que nos desafia e nos afronta é o nosso próprio ego! Observe como esse paralelismo foi descrito por Paulo, em Hebreus: “Assim jurei na Minha ira: Não entrarão no Meu descanso. Vede, irmãos, que nunca se ache em qualquer de vós um perverso coração de incredulidade, para se apartar do Deus vivo; ... porque nos temos tornado participantes de Cristo, se é que guardamos firme até o fim a nossa confiança inicial; enquanto se diz: Hoje, se |
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