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+ morremos a segunda morte ‘nEle’, pagando as consequências de todos os nossos pecados; ficamos, assim, livres da culpa: é o perdão!

+ igualmente morre ‘com Cristo’ o nosso ‘velho homem’ —a nossa natureza humana pecaminosa —isto é, morremos para as tendências ao mal. ‘Se morrestes com Cristo ...’ (Col. 2.2); ‘porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.’ (Col. 3.3).        

+ e o Espírito Santo, instantaneamente, implanta em nós as tendências ao bem, escreve Sua lei do amor —‘a lei do Espírito da vida’ (Rom. 8.2) —em nossos corações: é o ‘novo nascimento’ (João 3.1-18), a conversão! ‘Nas suas mentes imprimirei as Minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei.’ (Hebreus 8.10).

 

A lei do egoísmo é deposta, suplantada pela lei do Espírito Santo, a lei do amor; porém aquela lei, força ou poder, continua latente em nossa natureza, sempre pronta a reassumir o comando perdido. As tendências ao mal não são eliminadas de nossa natureza, mas apenas subjugadas pelas tendências ao bem! Eis que ‘se alguém está em Cristo, é nova criatura (2ª Cor. 5.17) enquanto ‘permanecer em Cristo’ e Jesus nele pela fé no poder da Palavra, citada na hora da tentação.

Passamos, assim, a amar a justiça e a odiar o pecado. De sorte que, ao aceitarmos a Jesus, Ele nos liberta do controle da ‘lei do pecado e da morte’. Deus nos liberta dessa escravidão pela nossa morte no ‘corpo de Cristo’.

 

7.4: Assim também vós, meus irmãos, fostes mortos quanto à lei [do pecado e da morte, a lei do egoísmo, das tendências ao mal] mediante o corpo de Cristo [porque quando Ele morreu, nós todos morremos], para pertencerdes a Outro [Jesus], Àquele que ressurgiu dentre os mortos a fim de que demos fruto para Deus.’  

Na conversão o ‘velho homem’ morre, deixa de viver, e assim: termina para ele ‘todo o tempo que ele vive’. Se o ‘velho homem’ morre, sua vida chega ao fim e, então ‘a lei do pecado e da morte’ —a lei do egoísmo —‘já não tem mais domínio sobre ele’, pois está morto!

Que ‘estar debaixo da lei’, em Rom. 6.14, significa ‘estar debaixo da lei do egoísmo’, torna-se, meridianamente, confirmado também pela pergunta, em Rom. 6.15: ‘E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e, sim, da graça? De modo nenhum.’ Ora, ‘estar debaixo da lei’ não pode significar ‘estar de baixo da obrigação de observar a lei dos Dez Mandamentos’, visto que Paulo afirma que ‘não estamos debaixo da lei’, e sabemos que o converso CONTINUA, mesmo após o novo nascimento, a estar sob

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