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aquele dever e obrigação de guardar a Lei do Amor, os Dez Mandamentos da Lei de Deus. Temos, assim, aqui o SEGUNDO significado, dado por Paulo, à palavra LEI = ‘A lei do pecado e da morte’, a lei do egoísmo ... tendências ao mal!
(A3) 7.2: ‘Porque a mulher casada está ligada pela lei [conjugal] a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei conjugal. 7.3 De sorte que, enquanto viver o marido, será chamado adúltera, se for de outro homem; mas, se ele morrer, ela está livre da lei [conjugal], e assim não será adúltera se for de outro marido.’ Temos, assim, aqui o TERCEIRO significado, dado por Paulo, à palavra LEI = ‘A Lei conjugal’!
(A4) 7.5: Pois, quando estávamos na carne [‘estávamos na carne, estávamos sob o domínio dela, subjugados pelas tendências ao mal‘, porque agora “estamos subjetivamente em Cristo, estamos no ‘Espírito’”, ‘estamos sob o domínio das tendências ao bem’. Jesus afirmou, em João 3.5: ‘Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus’, isto é, se alguém não passar pelo novo nascimento —diário —não pode sentir prazer em obedecer à Lei dos Dez Mandamentos. Como Paulo afirma em Romanos 7.22: ‘tenho prazer na Lei de Deus’, conclui-se que Romanos 7 está se referindo, sim, à realidade de um homem convertido e não de um apenas convencido, como alguns buscam entender e afirmar. Ora, um homem, apenas convencido, não pode ter prazer na Lei de Deus! Se um cristão, mesmo depois de batizado, passar a não sentir prazer na oração, na leitura da Bíblia, na comunhão com Deus, será porque deixou de receber o batismo diário do Espírito Santo, que renova o novo nascimento em Cristo], ‘as paixões dos pecados, postas em realce pela lei [dos dez mandamentos], operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.’ 7.6: ‘Mas agora fomos libertos da lei [do pecado e da morte, a lei do egoísmo, das tendências ao mal], havendo morrido para aquilo em que estávamos retidos, para servirmos em novidade de espírito [sob as novas tendências ao bem], e não na velhice da letra.’ [Os que são contrários à atual vigência da Lei de Êxodo 20, erroneamente entendem que foram ‘libertos da obrigação de guardar, de obedecer a lei dos Dez Mandamentos, pois Jesus já a obedeceu por nós’. Ora, seria a obediência de Cristo, por acaso, uma autorização para continuarmos pecando? Poderia ser que a ‘justiça de Cristo’ creditada a nós fosse algo como uma licença para se ofender a Deus? Longe de nós tais idéias!] |
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