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      ao mal, nosso ego], para que o corpo do pecado [a carne pecaminosa] seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morreu, justificado está do pecado ... Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões.” (Rom. 6.3-12, ênfases acrescentadas).

 

 

14) O que precisa acontecer, antes de vivermos com Cristo? “Fiel é a palavra: se já morremos com Ele, também viveremos com Ele.” (2ª Tim. 2.11).

Há muitos cristãos que anseiam viver ‘com Cristo’, sem primeiro morrer ‘com Ele’. Pretendem continuar vivendo a velha vida de pecado. Trata-se do que se intitula: ‘graça barata’! Como se o fato de se crer em Cristo e aceitá-Lo como Salvador, fosse uma licença ou uma autorização para continuar pecando! Mas esse não é o ensinamento, contido nas Escrituras.  Colossenses 3.9. Como temos visto no capítulo 9, há dois requisitos imprescindíveis, que precisam ser satisfeitos por nós, se é que vamos estar entre os bem-aventurados que herdarão a vida eterna:

 

   + termos o direito  o que Cristo fez por nós; aceitar a ‘veste nupcial’;

 

  + sermos dignos o que Cristo faz em nós. Não basta apenas ‘termos o direito’! Precisamos também ‘nos tornar dignos de Sua confiança’, isto é,  usarmos a ‘veste nupcial, o que tem a ver com a ‘obediência pela fé’ no poder da Palavra de Deus! É possível alguém iludir-se, crendo estar ‘justificado pela fé’ e ter ‘paz com Deus’ (Rom. 5.1), enquanto continua a transgredir a Lei conscientemente. Mas o que diz a Palavra?

“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (1ª  Cor. 6.9-10).

 

Devemos, assim, nos precaver em relação a um aspecto da doutrina de Jesus, sendo nosso Substituto, como:

Se em razão de Ele ter obedecido à Lei de Deus, nós não necessitássemos agora obedecê-la ou estivéssemos em liberdade para transgredir Seus mandamentos;

Se em virtude de Ele ter morrido ‘por nós’, nós não necessitássemos morrer para o pecado;

Se o fato de Ele — ‘sendo nós’ — ter negado o Seu ego, nos autorizasse agora a viver egoisticamente, sem negar o nosso próprio ego e, ainda

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