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seu punhal em cumprimento à ordem de Deus! Ele tinha absoluta certeza que Isaque seria ressuscitado: ‘eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, voltaremos para junto de vós.’ (Gên. 22.5). Apreciaríamos uma oportunidade como a oferecida ao ‘pai da fé’?

Ou preferiríamos viver a experiência fiel de José, no Egito? ‘... como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?’ (Gên. 39.9). Como nos sentiríamos se tal registro se referisse à nossa própria vida? Ou Elias? Ou os apóstolos? Ou Paulo? Ou ...? Amigo, está diante de nós a oportunidade única, em toda a história da humanidade, de sermos aquelas testemunhas, cuja fidelidade, fé e confiança em Deus serão tais que anularão por completo as acusações que pesam sobre o nome de nosso querido Pai! Gente boa, esperaríamos mais sucesso que esses campeões, orando menos do que eles?

 

Relembrando!

Jesus, como nosso Advogado (1ª João 2.1), servindo-Se dos registros de nossa vida, de nossas atitudes, de nosso caráter, anseia provar que você e eu somos dignos de Sua confiança e da de todos os seres inteligentes que com Ele estão. Ele almeja evidenciar que Sua graça foi suficientemente poderosa para nos tornar vitoriosos sobre o mal, o ego, o pecado. Busquemos dEle orientação constante a fim de Ele nos guiar até o dia final.

Realçamos anteriormente o fato de que o poder, que abalou o mundo fazendo florescer o reavivamento, que nos trouxe a grande Reforma no século XVI, proveio do local de oração secreta, pessoal, particular de um pequeno grupo de fiéis, que amavam a Deus e odiavam o pecado. Não foram muitos, não! Foi um grupo de poucas pessoas, mas obteve pleno êxito!

O grande reavivamento e consequente complemento da Reforma, que preparará a Igreja para a crise final, antecedente à volta de Jesus, terá —ou está tendo!? —sua origem de maneira idêntica: oração sincera, pessoal de um pequeno grupo de cristãos em suas salas particulares! Você vai ser um deles? Gente boa, ânimo, pois estamos nos aproximando rapidamente da hora em que a última lágrima humana vai ser derramada!

 

Oremos juntos: “Ó santo Pai, ensina-nos a orar como convém, pois não o sabemos com perfeição! Que o Teu Espírito Santo nos assista também nos ensinando a vencer-Te pela fé em Tuas próprias promessas, de sorte que venhamos a nos assemelhar ao nosso Irmão mais velho, o Senhor Jesus, em nome de Quem Te pedimos! Amém.

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