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aqui, no nosso planeta, o centro administrativo do Universo, onde ‘de um Sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor.’ (Isaías 66.23).

O plano da redenção tem uma magnitude inimaginável! Trata-se de participar da DIVINDADE, não apenas no sentido do desenvolvimento do caráter à semelhança do de Jesus, mas também de desfrutar das prerrogativas que Cristo desfrutava ANTES da encarnação, quanto ao Seu status, condição e natureza criadora! Trata-se de co-participar do gerenciamento do Universo!

 

A serviço do Universo celestial!

Na ilustração —simbólica, obviamente —de Lucas 19.11-26, um remido governando ‘dez cidades’ e outro ‘cinco’, exatamente na proporção da multiplicação dos talentos recebidos. Quem seriam, pois, os ‘habitantes’ das referidas cidades? Os remidos não poderiam ser, visto que eles já serão os governantes delas! Estamos de acordo de que se trata de ‘todas as nações’ (Apoc. 15.4), isto é, os habitantes dos mundos não-caídos?

É notável observar como reagiram os diversos tradutores da Bíblia, em relação à informação, contida em Daniel 7.27. A maioria deles deixou de captar a magnitude da futura realidade em que os remidos estarão envolvidos, e não optou pela tradução, feita na RSV [Revised Standard Version] e na Watchtower Bible, onde se lê: seu [dos salvos] reino é um reino de duração indefinida e a eles é que servirão e obedecerão todos os domínios [os seres celestiais, não-caídos].

Convém nos recordarmos que a lei, que vigora entre todos na pátria celestial é: ‘quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo.’ (Mateus 20.27). Na eternidade, a grandeza não significa ser servido, mas, sim, servir. Que o Senhor nos conceda a graça de participarmos da eterna ventura de sermos úteis aos seres inteligentes, que se mantiveram fiéis a Deus, por ocasião da queda de Lúcifer. Amém?  

 

Que faremos diante de tanto amor e de tanta bondade?

“Que darei ao Senhor por todos os Seus benefícios para comigo? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor. Cumprirei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o Seu povo.” (Salmo 116.12-13).

Sendo, pois, que nosso Pai tem planos tão sublimes para o futuro de nossa raça, que tipo de resposta seria natural que Ele recebesse de todos os ‘filhos dos homens? De que maneira um ‘filho de Deus’ deveria corresponder à tamanha demonstração de incrível bondade e insondável amor do Pai celestial em tomar o ‘pó da terra’ e constituí-lo Seu filho, abrindo-lhe a oportunidade de vir

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