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será destruído.” (Daniel 7.13-14). A vinda de Cristo, descrita aqui, não é a sua Segunda vinda à Terra. Ele vem ao Ancião de Dias no Céu para receber o domínio, a glória e o reino que Lhe serão dados na conclusão da Sua obra de Mediador. É essa vinda, e não o Seu segundo advento à Terra, que está predita na profecia como o evento que ocorreria no final dos 2.300 dias em 1844. Acompanhado por anjos celestiais, o nosso grande Sumo Sacerdote entra no lugar santíssimo e ali, na presença de Deus, dá começo aos últimos atos do Seu ministério em benefício do homem, a saber, cumprir a obra do juízo de investigação e fazer expiação por todos os que a ela têm direito. No ritual típico, apenas os que se tinham apresentado diante de Deus arrependendo-se, confessando os seus pecados e cujas iniqüidades eram transferidas para o santuário por meio do sangue do holocausto, tinham participação no serviço do dia da expiação. Assim, também no grande dia da expiação final e do juízo investigativo, os únicos casos a serem considerados são os daqueles que hajam professado ser filhos de Deus. O julgamento dos ímpios é obra distinta e separada, e terá lugar em época posterior. “É tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?” (1ª Pedro 4.17). Os livros de registro no Céu, onde se encontram escritos os nomes e os atos dos |
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