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fazer é: tal decisão terá a aprovação dos céus? Consideremos: Quando o ‘cego de nascença’ —João 9.34 —foi expulso, excluído da sinagoga pelos judeus: + os Céus aprovaram aquela decisão da comissão judaica? Não! + deveria ele, por ventura, considerar-se excluído? Não! + não deveria ele, simplesmente, considerar que os judeus haviam apenas tomado uma decisão perversa, cometido um pecado? Sim! Mal sabiam eles que, ao assim procederem, estavam ferindo ‘a menina dos olhos do Senhor, nosso Deus’! Zacarias 2.8. O mesmo acontece em nossos dias, quando a administração da igreja disciplina os que desejam ser fiéis ao Senhor. Portanto, nada tem-se a temer ou a recear quanto a esse assunto.
O que significa apostasia? Está claro para você que pertencer a uma organização religiosa e estar fora da mensagem verdadeira SIGNIFICA APOSTASIA? Ora, Judas pertencia ao seleto grupo dos doze apóstolos! Entretanto, por estar fora da mensagem, e por essa única razão, era um apóstata, mesmo enquanto exercia a importante função de apóstolo! Caifás pertencia à organização judaica — na realidade ocupava um posto elevadíssimo, algo semelhante ao de presidente da Igreja da época! — mas, por estar fora da mensagem, não passava de um apóstata, mesmo enquanto exercia aquela função importantíssima! O ideal seria continuar com o nome no rol de membros e estar na mensagem! Sim! Entretanto, parece-nos que tem-se que escolher entre uma e outra dessas duas alternativas! Lamentavelmente!
E, quanto ao destino dos dízimos e ofertas?! Sabe-se que o Senhor destinou o dízimo para ensino do evangelho: ‘para que haja mantimento [o Pão da vida] na Minha casa’. (Malaquias 3.10). O destino a lhe ser dado é, pois, uma questão de consciência, uma decisão individual, própria, pessoal. Há dois princípios orientativos:
+ “Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho, que vivam do evangelho.” (1ª Cor. 9.14). Quem não prega o evangelho pode viver dele?
+ “Mas ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que temos pregado, seja anátema [maldito]. Assim como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes seja anátema.” (Gál. 1.8-9). Anátema não tem direito a viver de dízimo!
Disso se conclui que, se um ministro do Senhor se opõe à pregação do verdadeiro evangelho ou se dispõe a continuar pregando um falso evangelho,
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