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23 – Apêndices! Apêndice ao capítulo 6: Diagnosticando a doença! “Uma vida de rebeldia contra Deus incapacitou-os para o Céu. A pureza, santidade e paz dali lhes seriam uma tortura; a glória de Deus seria um fogo consumidor. Almejariam fugir daquele santo lugar. Receberiam alegremente a destruição, para que pudessem esconder-se da face dAquele que morreu para os remir. O destino dos ímpios se fixa por sua própria escolha. Sua exclusão do Céu é espontânea, da sua parte, e justa e misericordiosa da parte de Deus.”1 “Os homens freqüentemente cometem erros por ignorância ou falta de discernimento. Em muitos casos não há erro premeditado; ele é causado por falta de reflexão. Aquele que trata isto como pecado é ele mesmo um pecador. Existe em muitos forte imaginação que os torna ofensores por uma palavra ou ação. Freqüentemente, porém, aquele que é julgado, é inocente à vista de Deus.”2 “Sem o consentimento próprio, ninguém poderá ser vencido por Satanás. O tentador não tem poder para governar a vontade ou forçar a alma a pecar. Pode angustiar, mas não contaminar. Pode causar agonia, mas não o aviltamento.”3 “Não seremos considerados responsáveis pela luz que não atingiu nossa percepção, mas pela luz a que resistimos e que rejeitamos. Um homem não poderia compreender a verdade que nunca lhe foi apresentada, e não pode, portanto, ser condenado pela luz que nunca teve.4 “A verdade que atingiu seu entendimento, a luz que brilhou na alma, mas que foi negligenciada ou rejeitada, condená-los-á. Aqueles que nunca tiveram luz para rejeitar não estarão sob condenação.”5
1
O Grande
Conflito, pág. 543.
Nestes apêndices, as
citações,
em que não
constar o nome, são de Ellen G.
White. Todas as ênfases, bem como o que
está entre
colchetes [ ], são
acréscimos nossos. As citações estão em
itálico. |
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